Caixa baixando sem ninguém usar água tem três causas possíveis: vazamento no próprio reservatório, boia com defeito deixando a água escapar pelo ladrão, ou vazamento na tubulação que sai da caixa. O teste da noite separa as três — feche o registro de saída antes de dormir e compare o nível pela manhã.
É um sintoma que assusta porque some água sem explicação visível. E é também um dos que mais rápido se diagnostica, porque dá para isolar as hipóteses com testes simples, sem equipamento.
Esse segundo caso é o mais comum, e significa vazamento na instalação interna — aquele que costuma estar embutido no piso ou na parede.
A boia fecha a entrada de água quando o nível atinge o ponto certo. Com o mecanismo gasto ou desregulado, duas coisas podem acontecer:
Ela não fecha: a caixa enche além da conta e a água escorre pelo tubo ladrão, continuamente. Nesse caso você não perde nível — perde água o tempo todo, e a laje ou a parede externa costuma ficar molhada.
Ela fecha antes da hora: a caixa nunca enche por completo, o que dá a impressão de que está esvaziando, quando na verdade nunca encheu.
Vale subir e observar com a caixa enchendo: a boia deve interromper o fluxo de forma firme, sem gotejamento residual.
| O que você observa | Causa provável |
|---|---|
| Nível cai com registro de saída fechado | Trinca ou conexão da própria caixa |
| Nível estável, mas conta alta | Vazamento na instalação interna |
| Água escorrendo pelo ladrão | Boia não fecha |
| Caixa nunca enche por completo | Boia fechando cedo ou pressão baixa na rede |
| Laje ou parede externa molhada | Transbordamento ou vazamento na conexão |
| Cisterna também baixando | Avaliar bomba, conexões e o próprio reservatório |
Localizamos a origem sem quebrar piso nem parede. Se não acharmos, você não paga.
O teste da noite diz onde está. O hidrômetro confirma se existe perda contínua: feche todas as torneiras e registros internos, inclusive o que alimenta a caixa, e observe o ponteiro pequeno por dez minutos. Com tudo fechado, ele precisa estar parado.
Esse é o cruzamento que fecha o diagnóstico antes mesmo da visita, e encurta bastante o trabalho de localização.
Caixa de polietileno pode trincar por impacto, por apoio irregular na base ou por exposição prolongada ao sol sem proteção. A trinca costuma ser fina e nem sempre visível por dentro — o sinal mais confiável é umidade constante por fora, acompanhando sempre o mesmo ponto.
Conexões de entrada e saída também falham: a vedação entre a conexão e a parede do reservatório se deteriora e passa a gotejar, molhando a laje embaixo.
Além do desperdício, caixa vazando molha a laje continuamente. Com o tempo, isso compromete a impermeabilização e aparece como infiltração no teto do cômodo abaixo — um problema que custa bem mais que o reparo original.
E se a origem for a instalação interna, o atraso é pior ainda: água em contato permanente com contrapiso e alvenaria solta rejunte, estufa rodapé e, em casos antigos, chega a afundar o piso.
Se a caixa vai ser esvaziada para o reparo, é o momento de fazer a limpeza junto. O reservatório estará vazio e acessível, e você resolve dois serviços numa visita só — com certificado de limpeza ao final.
Nem sempre. Pode ser boia fechando antes da hora, o que dá impressão de nível baixo quando na verdade a caixa nunca encheu por completo.
Pelo teste da noite: feche o registro de saída e compare o nível pela manhã. Se caiu com tudo fechado, é a caixa; se ficou igual, a perda é depois dela.
Não. Indica que a boia não está fechando a entrada, e a água corre continuamente, molhando a laje.
Depende da extensão e do material. Avaliamos no local e informamos se o caso é reparo ou troca do reservatório.
Dá, e vale a pena, porque o reservatório já vai estar esvaziado. Emitimos o certificado de limpeza ao final.
Sim, incluindo caixa superior, cisterna e reservatório inferior.
Equipe própria, 24 horas, sem taxa de visita em Curitiba e região metropolitana.